A seguir serão apresentadas as evidêncas secundárias, sendo principalmente comentários curtos, citando diversas discrepâncias acompanhados de fotos oficiais oriundas da NASA.
Mostraremos as Irregularidades encontradas nas descidas, nos movimentos e nas caminhadas dos supostos astronautas na Lua. Várias fotos mostradas a seguir estão com os códigos da NASA.1
A foto acima é do vídeo da NASA, One Small Step For Man. que está no YouTube e mostra a suposta descida à Lua. O vídeo tem apenas meio minuto de duração. Nas cenas finais do vídeo, o astronauta aparece como um espectro luminoso, como é mostrado aqui. Aparece claramente que o piso é uma plataforma lisa e que o seu limite forma uma reta, o que seria impossível de se encontrar no solo irregular da Lua. Essa cena deve ter sido feita para mostrar a farsa.2
Para denunciar a farsa, os componentes do grupo que a denunciou filmaram outras cenas representando a suposta primeira descida ao solo lunar. Nesta foto do vídeo cujo título aparece acima, ao invés de uma plataforma, aparece a enorme sombra do módulo lunar. Armstrong aparece depois de descer a escada e diz sua frase de efeito. Esta suposta descida teria sido filmada por Aldrin.
O vídeo do YouTube, Real Moon Landing in 1969, também mostra a suposta descida de Armstrong ao solo lunar, seguida de sua frase de efeito. Na sequência, uma viga se solta atrás dele e logo aparecem vários ajudantes. Em Londres, em 2002, um cidadão alegou ser o autor desse vídeo. A enorme quantidade de evidências da fraude que estamos mostrando neste e em outros textos e vídeos é um forte indício de que o vídeo não foi feito por esse cidadão e sim pelo grupo que procurou denunciar a farsa. Entretanto, se esse vídeo fosse divulgado junto com os demais, chamaria a atenção, e os responsáveis seriam punidos. Provavelmente ele só foi divulgado vários anos depois. Como estamos apenas começando a mostrar mentiras e contra-mentiras, vamos em frente sem encerrar o caso.
Aldrin descendo a escada
Muitas pessoas viram e analisaram as fotos de Aldrin supostamente descendo ao solo lunar e aparentemente ninguém observou as irregularidades que serão descritas a seguir. Pelas fotos, podemos verificar que Aldrin não se apoia com os pés como deveria fazer. Para se entender como ele manteve o equilíbrio nessa situação, vamos considerar que existiam cabos de sustentação que o mantinham na posição e que foram apagados das fotos.
Treinamentos com cabos de sustentação

As fotos anteriores mostram que houve treinamento dos astronautas com cabos de sustentação. A última foto apresenta uma pose que aparece diversas vezes em fotos supostamente tiradas na Lua.

As duas fotos anteriores são detalhes da foto de código AP11FR01, de Armstrong, supostamente tirada na Lua. Do lado esquerdo a foto foi reduzida. Do lado direito aparece um detalhe da foto com alteração no brilho e no contraste. Podemos notar o que parece ser um cabo de sustentação não totalmente apagado.
Movimentos simples transformados em complexos
Se os cabos de sustentação aparecessem nas fotos e vídeos, seriam logo notados e causariam a rejeição das cenas pelas autoridades. Provavelmente todos os cabos foram apagados, mas havia uma maneira até mais eficiente de mostrar que as cenas foram feitas na Terra: determinar que qualquer movimento, por mais simples que fosse, tivesse de ser executado com o protagonista suspenso pelos cabos, usando o argumento de que isso era necessário para simular a gravidade menor da Lua. Isso acabou complicando os movimentos básicos dos seres humanos. A seguir temos exemplos disso.
As três fotos acima mostram exemplos de movimentos feitos apenas para recolher amostras do solo, que normalmente seriam simples, mas que ficaram complicados. As fotos são detalhes tirados de fotos grandes, nas quais os personagens aparecem como sendo fotografados por acaso, talvez para evitar que descobrissem os movimentos incorretos.
No lado direito desta foto, Aldrin aparece ainda mais inclinado do que na foto anterior, supostamente para ouvir o presidente Nixon. Armstrong aparece em uma pose extravagante.
Um astronauta transparente? Aparentemente ninguém reparou na cena incomum. Aldrin foi filmado correndo, inicialmente ao lado da bandeira e de uma haste, mas ao passar em frente da haste ela continuou visível através dele. Esse efeito especial não foi acrescentado para divertir o espectador e sim para demonstrar que a cena foi filmada em estúdio.
Praticamente todas as inúmeras pegadas que aparecem nas fotos e vídeos oficiais divulgadas pela NASA são denunciadoras da fraude.
A foto acima é da pegada supostamente deixada no solo lunar pela bota de Aldrin durante a missão da Apollo 11 (ela também é apresentada com um giro de 180°). Na parte do meio aparece uma marca com curvas que não poderiam se formar normalmente. Isso fica mais claro com o detalhe ampliado visto a seguir:


Pegadas de todos os tipos e tamanhos
Não há sequências de pegadas que sejam de caminhadas normais, pois todas são distribuídas a esmo e com inúmeros formatos. A seguir apresentamos algumas, mas a quantidade delas é enorme.
Pegadas supostamente deixadas em uma cratera. A pegada na parte inferior representa a improvável união de duas marcas que estão separadas em cima e se juntam em baixo. Provavelmente, este foi o trabalho de um artista escultor, para denunciar a farsa.
Pegadas profundas deixadas nas rochas, mesmo a Lua tendo somente 1/6 da gravidade terrestre. Provavelmente, este foi mais um trabalho do artista escultor, para denunciar a farsa.
Na foto acima nota-se o mau acabamento da parte visível da bota, com dobras grotescas.
As marcas de pneus a partir da Apollo 14 também mostram erros propositais. Cada veículo que supostamente foi levado à Lua rodou deixando as marcas no solo como veremos.
Nas curvas acentuadas deveriam aparecer as marcas não apenas de dois, mas dos quatro pneus e, além disso, as marcas da foto não se mantêm sempre paralelas. Chama a atenção a nitidez e destaque como aparecem as marcas, pois devem ter colocado propositadamente algo como cal.
A foto acima, tirada em 2009 em baixa altitude na Lua, é mais uma parte do quebra-cabeça envolvendo o Programa Apollo, por ser apresentada como prova de que os astronautas estiveram na Lua. Challanger Descent Stage é a parte do Módulo Lunar que teria permanecido na Lua. Aparecem várias marcas tênues dos pneus do veículo lunar (lunar rover tracks). Entretanto, em algumas curvas deveriam aparecer as marcas dos quatro pneus, como foi comentado na foto anterior e isso ficará mais evidente na próxima imagem. Além disso, nota-se que essas marcas de pneus sugerem que o veículo passava sobre as pedras e outros obstáculos no caminho, ao invés de evitá-los.
Nesta foto destacamos duas supostas marcas de pneus do veículo lunar e verificamos que, mesmo em curvas acentuadas e com mudança de direção, não aparecem as marcas dos quatro pneus. Segundo a NASA, as linhas mais fortes são de pegadas dos astronautas (astronaut footpath), mas entre as pegadas mostradas aqui anteriormente somente a trilha feita arrastando os pés se assemelha a essas linhas contínuas.
Nesta foto as botas deixaram marcas que afundaram bastante no solo, enquanto o pneu que passou ao lado praticamente não afundou. As marcas mostram que os pés foram separados exageradamente para os lados ao caminhar, tudo com passos irregulares. A seguir mostramos mais irregularidades encontradas nesse suposto solo lunar.



A foto apresenta marcas de pneus que não correspondem aos movimentos que o veículo teria feito para chegar onde parou. Tudo feito para denunciar a farsa.
Nesta foto, o veículo não deixou marcas de pneus no solo, mas aparecem marcas de pneus ao lado, sendo que uma delas termina onde está um suposto astronauta. Tudo feito de propósito.
A foto mostra quatro linhas brancas irregulares, provavelmente feitas de propósito para mostrar que não são marcas normais de pneus. Em cima, nessa foto, aparece algo que parece representar o nosso planeta.
Podemos supor que aqui aparecem marcas de pneus deixadas em um local terrestre coberto com gelo. As marcas são tênues, mas sugerem que o veículo realizou algumas curvas fechadas improváveis. Essas irregularidades ficam mais visíveis ao se ampliar a foto em alta definição.
As luzes e sombras também mostram irregularidades e muitos observadores notaram que as fotos nunca mostram as estrelas no céu.
Aqui vemos sombras muito convergentes e incomuns. Nota-se a concentração do foco de luz na sombra da cabeça. Algumas explicações sobre irregularidades nas sombras são muito usadas como supostas provas de que as viagens à Lua aconteceram. Sabe-se que em diversas situações normais as sombras de objetos ou seres podem dar a impressão de serem convergentes ou divergentes, por questões de distância do observador. O que chama a atenção na foto é o exagero com que isso se apresenta e podemos admitir que isso seja proposital.
Em fev. 1964, von Braun escreveu um artigo na revista Popular Science sobre a necessidade de um veículo lunar. Em jul. 1969 a NASA anunciou que receberia propostas para a fabricação dos veículos. Cada uma das três últimas missões levaria um veículo.
As manobras eram feitas através de um manípulo central, visto na foto. Nota-se o mau acabamento geral do veículo. Cada roda tem um motor elétrico.
As fotos seguintes mostram o veículo lunar parado, sem ter marcas de pneus no solo, enquanto são visíveis as pegadas de botas, tudo feito de propósito. Essas fotos às vezes aparecem como pequenos detalhes de fotos maiores, evitando assim que os erros propositais fossem notados.
Nesta foto do veículo da Apollo 17 pode-se notar que o pé do suposto astronauta está afundado no solo e que há inúmeras marcas profundas de botas, mas o veículo não deixou nenhuma marca de pneu no solo. A parte interna, com pintura avermelhada, do para-lama do lado direito, se prolonga para baixo, quase chegando ao solo. Esse para-lama tem um remendo que será visto em detalhes nas fotos seguintes..
Pode-se notar que há um aparato unindo o reparo ao pneu, que está deformado. Esse aparato não poderia estar disponível no módulo lunar. Podemos considerar que este é mais um erro proposital.
Um amontoado de peças e componentes encontrados no suposto solo da Lua. Isso é o que será mostrado nas duas fotos seguintes, com as ampliações do retângulo apontado pela seta desta foto, que é apresentada como uma vista panorâmica da Lua.
As fotos da Lua têm divergências nas superfícies apresentadas. Provavelmente isso foi feito de propósito, para denunciar a fraude. A seguir mostramos algumas fotos com divergências.
As fotos ocultas
Alguns sites têm muitas fotos da Lua denominadas Hidden Photos (fotos ocultas). Essas fotos apresentam grande variedades de cores, texturas e irregularidades. Provavelmente foram feitas em algumas réplicas da Lua, em um estúdio.
Ver todas as fotos em: http://keithlaney.net/ApolloOrbitalimages
Exemplos de Hidden Photos da Lua com cores e texturas diferentes
Exemplos de Hidden Photos da Lua com alfinetes envoltos com fios
A enorme quantidade de fraudes que estamos mostrando, neste e em outros textos e vídeos, nos leva a concluir que isso foi feito de propósito para denunciar a farsa e não para qualquer experiência.
Exemplos de Hidden Photos da Lua com gravetos
Podemos considerar um graveto como pequeno ramo fino de árvore ou de arbusto.
Foto oficial de 2013 tirada pelo lunar rover Yutu chinês mostrando o Chang 3 Lander sobre o que parece uma mini Lua. Talvez tenha sido publicada para mostrar que eles também podem simular pousos na Lua.Pode-se ver essa cena no vídeo do YouTube;
China's Moon: Journey of the Jade Rabbit